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Férias em Ilha do Djerba


O que ver

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Saboreie o luxo de cinco estrelas e facilidades no nosso Resort de Djerba

A primeira coisa que atrairá a sua atenção em Djerba é a paisagem surpreendentemente verde, que se soma ao azul do mar e ao branco de suas edificações. As praias são longas, belas e cristalinas, perfeitas para se bronzear sobre sua areia ou chapinhar no mar sereno. A "ilha das 100 mesquitas", como Djerba é chamada localmente, tem templos religiosos ao longo de toda a sua geografia. Como tudo neste lugar, as dimensões estão adaptadas ao ambiente, e não precisam de ostentações, para reflectir a delicada simplicidade do Islão mediterrâneo. A hospitalidade dos seus habitantes e os ricos mercados convidam-no a descobrir as ruelas das cidades.

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El-Ghriba Synagogue

Mesmo que a população seja quase, exclusivamente, muçulmana, a ilha de Djerba também abriga uma das comunidades judaicas mais antigas do mundo. Em Hara Seghira, outrora uma importante cidade judaica, cuja influência diminuiu devido à emigração, encontra-se a sinagoga de El-Ghriba. Ainda que a sua estrutura seja recente, sua fundação remonta a 586AC ou 7DC, dependendo da versão. No seu interior,  ornamentado e colorido, encontra-se um dos Torás mais antigos do mundo.

Todos os anos durante o mês de maio, fiéis locais e peregrinos vindos do exterior, organizam procissões nas quais passeiam os livros sagrados da comunidade pelas ruas da aldeia.

Apesar das relações entre muçulmanos e judeus de Djerba terem sido relativamente tranquilas através dos tempos, os atentados contra este lugar de culto em 2002 debilitaram a frágil comunidade israelita da ilha, contada em algumas centenas pessoas.

Praia de Sidi Mahres

A 200mt dos generosos jardins do Hotel Riu Palace Royal Garden, encontramos esta praia de Djerba, cujas areias douradas se estendem ao longo de muitos quilómetros. A maior parte do conjunto hoteleiro da ilha concentra-se ali pelo que não é possível perder-se na região, mas sim desfrutar o mar e uma completa infra-estrutura turística.

As crianças ficarão encantadas ao chapinhar ou passear em uma banana d'água no quente mediterrâneo. Os que buscam o windsurf, a vela ou o ski aquático sentir-se-ão felizes, já que as águas dóceis são excelentes para essas actividades.

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El-Ghriba Synagogue

Mesmo que a população seja quase, exclusivamente, muçulmana, a ilha de Djerba também abriga uma das comunidades judaicas mais antigas do mundo. Em Hara Seghira, outrora uma importante cidade judaica, cuja influência diminuiu devido à emigração, encontra-se a sinagoga de El-Ghriba. Ainda que a sua estrutura seja recente, sua fundação remonta a 586AC ou 7DC, dependendo da versão. No seu interior,  ornamentado e colorido, encontra-se um dos Torás mais antigos do mundo.

Todos os anos durante o mês de maio, fiéis locais e peregrinos vindos do exterior, organizam procissões nas quais passeiam os livros sagrados da comunidade pelas ruas da aldeia.

Apesar das relações entre muçulmanos e judeus de Djerba terem sido relativamente tranquilas através dos tempos, os atentados contra este lugar de culto em 2002 debilitaram a frágil comunidade israelita da ilha, contada em algumas centenas pessoas.

Explore a ilha

Djerba é plana e muito fácil de ser descoberta andando de bicicleta, a pé ou com algum veículo motorizado. Os pequenos caminhos do interior levá-lo-ão por lugares pouco frequentados pelos turistas, e ajudá-lo-ão a descobrir o modo de vida tradicional da ilha. Os habitantes do lugar, em contraste com aqueles das localidades costeiras, não têm nada a oferecer-lhe, excepto sua generosidade e hospitalidade. Não se surpreenda se, ao passar por alguma sossegada aldeola, fôr convidado por um habitante para beber chá em sua casa.

Golf

Djerba Golf: Margeando o hotel Riu, estende-se este enorme campo, com 2 percursos, um de 18 e outro de 9 buracos. O maior é mais propício para os jogadores experimentados, enquanto o pequeno é ideal para principiantes. Os dois transcorrem entre dunas, lagoas e palmeiras, e oferecem belos panoramas do mar. Os clientes Riu receberão um desconto sobre o "green fee".

Especialidades

A cozinha de Djerba é muito parecida à do resto da Tunísia, mas com toques singulares. Ao cuscuz de peixe, anchovas secas ou carne, além da típica sêmola, inclui-se a cevada,. Também se consomem polvos e lulas, ao natural ou recheados de verduras e temperos. O chá de menta tradicional também pode ser bebido com folhas de uma variedade local de gerânio.

Encontrará ainda os pratos típicos muito comuns em todo o país:

Cuscuz: O cuscuz tunisino consiste numa combinação de verduras (batatas, cebola, tomate, cenouras, abóbora, etc.), sêmola e carne de ovelha ou vitela, linguiça ou peixe.

Tajines: Os suculentos tajines, muito diferentes dos marroquinos, consistem num pastelão de ovos com carne de cordeiro, verduras, batata, folhas de maluska e queijo, cozida em fogo lento.

Condimentos: Tanto os tajines como o cuscuz e outras especialidades locais são acompanhados pela harissa, uma pasta de pimentos que pode ser muito picante e confere um pouco mais de sabor aos pratos.

Sobremesas: Destacam-se por uns pastelinhos muito doces feitos à base de produtos da terra, como as tâmaras, as amêndoas, os pistácios, o gergelim, etc. Muitos deles são cobertos com mel e muito açúcar.

Chá de menta: Como em todo o Magreb, esta bebida aromática e com muito açúcar faz as delícias tanto de habitantes locais como de turistas.

Sumos: Prepare-se para saborear excelentes sumos, com a fruta da própria Djerba. Recomendam-se o de laranja e o de figo.

Compras

Houmt Souq:. Cada rincão de seus mercados exibe coloridos tapetes, cerâmica, jóias e muitas outras coisas. A afluência turística fez disparar os preços pelo que terá que explorar ao máximo a arte do regateio se quiser fazer boas compras. As artérias destinadas ao consumo local concentram-se na venda de especiarias, roupa e produtos de alimentação.

Guellala: Há muitos que preferem o mercado desta cidade, grande produtora de cerâmica. Mesmo que careça do ambiente de Houmt Souq e, possivelmente, seja menos rico, é possível encontrar produtos mais baratos e, por vezes, de melhor qualidade.

Parque Djerba Explore: A combinação de centro cultural e comercial abriga objectos de artesanato de todo o país. O regateio é menos frequente, mas como poderá imaginar, o ambiente não tem nada a ver com os mercados tradicionais. É uma opção mais tranquila, mas também mais descafeinada.

Casino

Casino: A existência de casino numa ilha como Djerba, ainda aferrada a suas tradições muçulmanas, pode parecer paradoxal, mas suas salas de jogo, máquinas caça-níqueis e espectáculos nocturnos fazem parte do encanto do lugar.

Discotecas: Na área turística de Djerba, onde se concentra a maioria dos hotéis, encontrará muitas discotecas.

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El-Ghriba Synagogue

Mesmo que a população seja quase, exclusivamente, muçulmana, a ilha de Djerba também abriga uma das comunidades judaicas mais antigas do mundo. Em Hara Seghira, outrora uma importante cidade judaica, cuja influência diminuiu devido à emigração, encontra-se a sinagoga de El-Ghriba. Ainda que a sua estrutura seja recente, sua fundação remonta a 586AC ou 7DC, dependendo da versão. No seu interior,  ornamentado e colorido, encontra-se um dos Torás mais antigos do mundo.

Todos os anos durante o mês de maio, fiéis locais e peregrinos vindos do exterior, organizam procissões nas quais passeiam os livros sagrados da comunidade pelas ruas da aldeia.

Apesar das relações entre muçulmanos e judeus de Djerba terem sido relativamente tranquilas através dos tempos, os atentados contra este lugar de culto em 2002 debilitaram a frágil comunidade israelita da ilha, contada em algumas centenas pessoas.

Parque de Djerba

Em plena zona turística de Djerba, ergue-se este complexo que abriga um parque de crocodilos, um museu e um centro de interpretação da cultura local. Os edifícios de traçado tradicional  integram-se completamente na paisagem, ainda que suas ruas careçam da essência árabe. De qualquer forma, por sua proximidade com a região hoteleira e as diferentes atracções que possui, é um lugar interessante e que merece ser visitado:

Parque de Crocodilos: Inúmeras lagoas abrigam uma importante colecção de crocodilos do Nilo, que pedem chegar a medir 7mt. As instalações são de qualidade, e estão focadas tanto no usufruto de toda a família como na comodidade dos répteis.

Museu Lalla Hadria: As 15 salas do museu abrigam uma interessante e colorida colecção de arte islâmica nas suas diferentes vertentes: caligrafia, cerâmica e tecidos. Sua criação deu um impulso cultural à ilha que, dado o crescimento e a importância do sector turístico, necessitava de um centro com estas características.

Le Village: Literalmente, "a aldeia", seu projecto recria a tipologia de uma localidade tradicional. Ao longo das ruas despoluídas de casinhas brancas, é possível sentar-se e degustar um sumo ou um chá de menta, ou comprar artesanato. Trata-se de um passeio visualmente agradável, ainda que sem o ambiente e charme das aldeias reais.

Houmt Souq

 A capital da ilha de  Djerba é também o centro comercial, como o seu nome indica "mercado". Seu intricado traçado esconde ricos mercados onde se concentra a essência árabe que, desde logo, desperta os sentidos. O odor de especiarias mistura-se à intensa actividade dos mercadores e turistas ávidos por tesouros do oriente. Se a persistência dos vendedores o angustiar, não hesite em explorar suas labirínticas ruelas à noite, quando o alvoroço desaparece e é substituído pelo fascínio provinciano da cidade.

A elegante uniformidade de seus edifícios branqueados convertem-na numa das cidades mais pitorescas da Tunísia. Destacam-se os fondouks, antigas pensões sobre duas construções, que cumpriam a dupla missão de serem pousadas e armazéns. Hoje em dia, muitas foram restauradas com bom gosto e convertidas em casas de chá, hotéis ou residências particulares.

Outra atracção são as mesquitas, sem decorações e com minaretes de pouca altura. A modesta construção, isenta de opulência mas cheia de carácter, é o melhor reflexo da forma particular que a ilha tem de entender o Islão. As mais destacadas são a de Sidi Ibrahim, que abriga a tumba do santo do século XVII; a dos Estrangeiros, com múltiplas cúpulas; e a dos turcos, com o mesmo estilo amuralhado das anteriores, na qual somente um típico minarete otomano delata sua origem.

A cidade guarda um antigo forte espanhol, assim como inúmeros mosaicos bizantinos que nos falam do mar. Ao entrar em Borj el Kebir, um forte que chegou a ser espanhol, mas que foi conquistado pelos turcos, é interessante tentar reconstruir a História através de suas estátuas romanas, e observar o símbolo islâmico incluído pelos otomanos.

Em frente ao mar, situa-se a lota, onde os pescadores leiloam grupos de peixes ante seus clientes. Ao contrário dos mercados, aqui os vendedores não o abordarão. O turista não é protagonista, mas um mero espectador de uma indústria paralela.

El-Ghriba Synagogue

Embora a população é quase exclusivamente muçulmana, a ilha abriga também uma das mais antigas comunidades judaicas no mundo. Mesmo se em Seghira Hara, uma cidade velha de judeus diminuiu devido à emigração, a sinagoga de El-Ghriba continua de pé. Embora a sua estrutura é recente, é da época 586 aC e 7 dC, dependendo das diferentes versões. No seu interior, decorado e colorido possui uma das mais antigas Torahs no mundo.
Todo ano, durante sobre tudo no mês de maio, os moradores fiéis e peregrinos estrangeiros organizar procissões em que eles carregam livros sagrados da comunidade pelas ruas da vila.
Embora as relações entre muçulmanos e judeus têm sido relativamente pacífica ao longo da história, os ataques contra este lugar de culto em 2002 enfraqueceu o que já era frágil na ilha.

O interior

As populações do interior de Djerba agarram-se às suas tradições e a um saber fazer polido por anos de luta contra um meio ambiente austero. Saindo dos grandes centros turísticos, deparar-se-á com um autêntico jardim mediterrâneo salpicado de palmeiras, oliveiras, figueiras, romãzeiras, alfarrobeiras, macieiras, laranjeiras, etc. No meio de tanto verde, surgem vivendas brancas e férteis pomares.

Das inúmeras mesquitas que salpicam a paisagem de Djerba, deve ressaltar-se a de Cedoukech, construída sob a terra e da qual somente sobressaem as cúpulas brancas. Os muitos poços que perfuram a ilha permitiram um desenvolvimento agrícola muito singular, como o oásis de Cedghiane: uma refrescante paisagem onde as palmeiras oferecem suficiente sombra para que os cítricos e outros cultivos possam subsistir.

Ras Remel

A principal atracção desta região do norte de Djerba é a importante colónia de flamingos vermelhos que a visitam no inverno. Quando marcam sua presença, essas aves trazem um toque colorido a uma paisagem dominada pelo azul do mar, fazendo a delícia de turistas e alguns ornitólogos.

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Mesmo que a população seja quase, exclusivamente, muçulmana, a ilha de Djerba também abriga uma das comunidades judaicas mais antigas do mundo. Em Hara Seghira, outrora uma importante cidade judaica, cuja influência diminuiu devido à emigração, encontra-se a sinagoga de El-Ghriba. Ainda que a sua estrutura seja recente, sua fundação remonta a 586AC ou 7DC, dependendo da versão. No seu interior,  ornamentado e colorido, encontra-se um dos Torás mais antigos do mundo.

Todos os anos durante o mês de maio, fiéis locais e peregrinos vindos do exterior, organizam procissões nas quais passeiam os livros sagrados da comunidade pelas ruas da aldeia.

Apesar das relações entre muçulmanos e judeus de Djerba terem sido relativamente tranquilas através dos tempos, os atentados contra este lugar de culto em 2002 debilitaram a frágil comunidade israelita da ilha, contada em algumas centenas pessoas.

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